Resposta rápida
Some o valor mensal de cada serviço de streaming que você assina, dividindo por 12 os planos anuais, e multiplique o total por 12. Uma combinação comum de vídeo, música e um catálogo extra chega a R$ 100 a R$ 150 por mês, ou R$ 1.200 a R$ 1.800 por ano.
Cada serviço de streaming parece barato isoladamente, R$ 20 aqui, R$ 30 ali. O problema é que eles se acumulam. Quando você soma vídeo, música, esportes e os "extras", o total mensal costuma surpreender. Vamos calcular o seu.
Imagine uma combinação comum: um serviço de vídeo, um de música, um segundo catálogo de vídeo que você assinou para ver uma série, e um plano premium de vídeos. Individualmente, nenhum assusta. Somados, viram facilmente R$ 100 a R$ 150 por mês, ou seja, R$ 1.200 a R$ 1.800 por ano. Dinheiro que sai no automático.
O efeito tem nome fora da economia doméstica: cada decisão é avaliada isoladamente, nunca contra o total. Você decide se R$ 29,90 vale por aquele catálogo, não se o seu orçamento comporta a soma de tudo. Como as cobranças são automáticas e caem em datas diferentes do mês, nunca existe um momento em que o total aparece na sua frente. É por isso que a conta abaixo é o passo mais importante deste texto.
Faça uma conta simples:
Um exemplo com números redondos, usando faixas comuns de preço no Brasil:
Total: R$ 149,52 por mês, ou R$ 1.794,24 por ano. Nenhuma dessas linhas parece cara sozinha, e é exatamente esse o ponto. Repare que o plano anual, que na hora da compra pareceu uma economia, é a terceira maior despesa da lista quando convertido para base mensal.
Se você paga algum serviço em dólar, converta pela cotação do dia e refaça a conta de vez em quando. Variação cambial aumenta a fatura sem que ninguém avise.
Uma estratégia que funciona melhor que cancelar tudo é a rotação: em vez de manter quatro catálogos ativos o ano inteiro, mantenha um ou dois e troque conforme o que você quer assistir. Você assina, maratona a série, cancela e assina outro no mês seguinte. O custo cai pela metade e o acesso ao conteúdo continua praticamente o mesmo, porque ninguém consegue assistir a quatro catálogos ao mesmo tempo.
Dividir o plano com outras pessoas é a forma mais direta de baixar o custo por cabeça, mas as regras mudaram bastante. Hoje a maioria dos serviços de vídeo limita o compartilhamento ao mesmo endereço residencial e cobra à parte por membros extras. Antes de dividir, confira três pontos:
Um detalhe que quase sempre passa batido: dividir uma assinatura não faz ela sair da sua fatura. Se você é quem paga, o valor cheio continua aparecendo no seu cartão, e é ele que entra no seu orçamento até o rateio cair. Vale registrar a assinatura pelo valor integral e tratar o reembolso como receita, não como desconto.
Você só corta o que enxerga. Ter todas as assinaturas num painel só, com o total mensal e alertas antes de cada cobrança, transforma "achismo" em decisão. É o que o Prism faz: soma seus gastos de streaming (e tudo mais), avisa antes das renovações e mostra para onde vai seu dinheiro por categoria.
O Prism soma tudo, separa por categoria e te avisa antes de cada cobrança. Grátis.
Baixar Prism grátisNem toda economia exige corte. Três ajustes costumam render bem:
Existe uma razão simples para converter tudo para o ano: R$ 29,90 por mês soa como um café por semana, enquanto R$ 358,80 por ano soa como um eletrodoméstico. É o mesmo dinheiro, mas só o segundo formato provoca decisão. Faça a conta anual de cada serviço separadamente, não só do total, e compare cada linha com algo concreto que você compraria com aquele valor.
Vale repetir o exercício uma vez por ano, de preferência em janeiro, porque reajustes de preço acontecem quase sempre sem aviso destacado. Um aumento de R$ 5 em quatro serviços passa despercebido no mês e custa R$ 240 no ano.
Depois de fechar a conta do streaming, vale repetir o método para o resto: nuvem, academia, jogos, ferramentas de trabalho, delivery com plano de entrega grátis. O padrão é sempre o mesmo, valor pequeno e cobrança automática, e o total costuma ser maior que o do streaming. O passo a passo completo está em como controlar suas assinaturas no iPhone.
Varia muito, mas quem assina vídeo + música + um ou dois extras costuma ficar entre R$ 80 e R$ 150 por mês. O importante é medir o seu número.
Sim, quando é feito pelos planos família oficiais, que costumam custar bem menos que a soma dos individuais. Compartilhamento fora das regras do serviço pode gerar bloqueio ou cobrança de membro extra, e o prejuízo fica com quem paga a conta.
Use um app de controle de assinaturas como o Prism, que reúne streaming, apps, nuvem e academia em um só lugar com o gasto mensal total.
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