Se você nunca sabe para onde foi o salário no fim do mês, a regra 50/30/20 é o ponto de partida mais simples para organizar suas finanças. Ela cabe na cabeça, funciona com qualquer renda e não exige planilha complicada. Veja como aplicar, com exemplos em reais.
Popularizada pela economista Elizabeth Warren, a regra divide sua renda líquida (o que entra na conta depois dos descontos) em três fatias:
Aplicando a regra sobre R$ 3.000 líquidos:
Repare nos R$ 900 de desejos. É justamente aí que mora o vazamento mais comum: as assinaturas. Quando você soma streaming de vídeo, música, nuvem, academia e aquele app premium, é fácil comprometer R$ 200, R$ 300 ou mais, uma boa parte dos seus 30% sem você perceber.
A categoria de desejos é a que mais sai do controle porque é cobrada de forma recorrente e silenciosa. A melhor forma de manter os 30% sob controle é ter todas as assinaturas em um só lugar, com o total mensal e um aviso antes de cada cobrança.
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Baixar Prism grátisNo Brasil, é comum os gastos fixos passarem de 50%. Tudo bem, a regra é uma meta, não uma camisa de força. Se necessidades estão em 60%, reduza desejos por um tempo, renegocie dívidas caras e ataque os fixos (renegocie aluguel, troque de plano, corte assinaturas paradas) até reequilibrar. O importante é ter um número-alvo para perseguir.
É um método de orçamento que divide a renda líquida em 50% para necessidades, 30% para desejos e 20% para poupança e quitação de dívidas.
A maioria (streaming, apps, academia) entra nos 30% de desejos. Por isso vale somar todas e garantir que não estourem esse limite.
É comum. Use a regra como meta: reduza desejos temporariamente, renegocie dívidas e ataque os gastos fixos até reequilibrar.
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